Evolução do modelo Atómico

A evolução dos modelos atómicos

O átomo sofreu várias modificações ao tentar achar o seu módulo certo como o átomo não era possível de se visualizar, os cientistas criam imagens para explicar o que é um átomo, e a estrutura do mesmo mas isso não significa que fisicamente o átomo seja igual aos seus modelos atómicos.
Aqui veremos as várias tentativas para explicar a estrutura do átomo, o seu comportamento e sua composição.
Os primeiros cientistas a imaginar a existencia do átomo foram dois gregos pensadores filósofos gregos Leucipo e Demócrito em, aproximadamente, 450 a.C. Segundo eles, tudo seria formado por minúsculas partículas indivisíveis.
Mas essas ideias não foram comprovadas devido a falta de tecnologia na época, por isso essa ideia foi esquecida e considerada apenas uma hipótese científica, esquecendo-se assim da mesma.
Foi então que no séc XIX com o avanço tecnológico que foi realmente descoberto que toda a matéria era realmente formada por essas pequenas partículas designadas átomos.
A todo esse processo de tentativas para achar um modelo que seja aceite na sociedade científica chama-se de EVOLUÇÃO DOS MODELOS ÁTOMICO

MODELO ATÓMICO DE DALTON
Em 1803 Dalton viria a retornar com a ideia dos pensadores gregos Leucipo Democrito e propos a seguinte teoria * toda matéria e formada por átomos que são pequenas partículas esfericas maciças indivisíveis e *
Esse modelo fazia-se parecer com uma bola, diferindo-se pela massa, tamanho e certas propriedades para formar elementos químicos diferentes.

MODEL ATÓMICO DE THOMSON
Numa experiência, usando um eletrodo positivo e outros negativo Thomson percebeu que o modelo do Dalton estava errado, pois ele defendia que o átomo era indivisível. Mas Thomson reparou que existem partículas negativas que compunham a matéria, que são conhecidas como eletron.
Assim Thomson afirmou que “ O átomo é constituído de uma partícula esférica de carga positiva, não maciça, incrustada de elétrons (negativos), de modo que sua carga elétrica total é nula.”.
Esse modelo assemelhava-se ao pudim oh bolo de passas.

MODELO ATÓMICO DE RUTHERFORD
Em 1911, o físico neozelandês Ernest Rutherford realizou um experimento em que ele bombardeou uma finíssima lâmina de ouro com partículas alfa emitidas por uma amostra de polônio que se encontrava no interior do bloco de chumbo com um pequeno tubo pelo qual as partículas passavam, Rutherford percebeu que, na verdade, o átomo não seria maciço como propôs os modelos de Dalton, assim ele propôs que “ O átomo é descontínuo e é formado por duas regiões: o núcleo e a eletrosfera. O núcleo é denso e tem carga positiva, ou seja, é constituído de prótons. A eletrosfera é uma grande região vazia onde os elétrons ficam girando ao redor do núcleo.”
Esse modelo fazia-se parecer com o sistema solar.
Em 1932, o cientista Chadwick descobriu a terceira partícula subatômica, o nêutron. Assim o modelo de Rutherford passou a ter eletron,proton, nêutron.

MODELO ATÓMICO DE BOHR
Bohr viria a dar o último triunfo para o átomo, baseando-se no modelo do Rutherford Bohr fez alguns acréscimos no que toca ao modelo Atómico do cientista Niels Bohr. Segundo Bohr, os eletrons movem- se em órbita circular em volta do núcleo, e cada um deles apresenta um dado nível de Energia bem definida e constante.
O modelo até agora considerado o mais aceitável e o modelo de Bohr



Movimento retilíneo uniforme

Movimento retilíneo uniforme (MRU) e um movimento em que o corpo percorre espaços iguais, em intervalos de tempos iguais, a sua velocidade ao longo da trajetória não varia.

Alguns factores a observar no MRU são Distância, Trajetória, Deslocamento

Distância é o comprimento da trajetória no percurso, desde do ponto inicial até o ponto de chagada.

Trajetória é a linha que une todos os pontos ocupados pelo corpo, no decorrer do seu movimento.

Deslocamento é o vector que indica a mudança da posição de um ponto material de um corpo, desde do ponto de partida, até o ponto de chegada.


“Movimento retilíneo uniforme
O móvel percorre espaços iguais, em intervalos de tempos iguais”

A mecânica está dividida em Cinemática, Estática, Dinâmica.

“O gráfico representante o Movimento Retilíneo Uniforme”

BURACO DE MINHOCA

Na física, o buraco de minhoca é uma tipológica hipotética do continuo espaço tempo, a qual podemos designar como sendo um atalho através do espaço tempo.

Um buraco de minhoca possui duas bocas em que ambas possuem uma passagem que leva a outra boca

Imagem ilustrativa de um buraco de minhoca

O termo buraco de minhoca “wormehole” em inglês, foi criado pelo fisco teórico estadunidense * John Archibald Wheeler * em 1957. Todavia, a ideia dos buracos de minhoca já havia sido proposta em 1921 pelo matemático alemão Hermann Weyl em junção com a sua análise da massa em termos da energia no campo eletromecânico.

Com um buraco negro seria um grande avanço no campo da física, isso iria diminuir as distâncias de viagens espaciais.

Imagine uma minhoca que perambula pela casca de uma maçã, poderia pegar um atalho para o outro lado da maçã abrindo um buraco na superfície da maçã para permitir que haja essa passagem, e que essa passagem ou atalho chegue mais rápido possível ao outro lado

Até agora os estudos sobre os buracos de minhoca estão sendo ainda mais aprofundandos e possivelmente será possível o homem viajar sobre um buraco negro

Ilustração de um buraco (imagem)

Movimento de alguns planetas do nosso sistema solar

Pode parecer óbvio, mas é a pura verdade: os planetas rodam porque não existe nenhuma força para brecá-los. O fato é que tudo tende a manter seu movimento se não aparecer nada que se oponha. Essa história começou com o Big Bang, a explosão que deu origem ao Universo há 15 bilhões de anos. Desde então as partículas do cosmos se atraem e se chocam sem parar. Foi justamente dessas trombadas que nasceram os movimentos de rotação. É como se o Universo fosse uma imensa mesa de sinuca imaginária em que não houvesse nenhuma força capaz de parar as bolas. Imagine a bagunça: bastaria uma tacada para começar um bate-bate eterno! Nessa confusão, as bolas fatalmente raspariam umas nas outras, dando origem aos movimentos de rotação. O giro da Terra, por exemplo, pode ser reconstituído desde a época em que a matéria que hoje compõe tudo o que existe no sistema solar era só uma nuvem de gás e poeira perdida no meio da galáxia. Acompanhando o pique da Via Láctea, essa nuvem já girava.

Mas, há uns 5 bilhões de anos, uma das regras mais importantes do Universo começou a fazer a diferença. Estamos falando da lei que diz que qualquer coisa que fique mais compacta acaba rodando mais depressa. É o que fazem os patinadores na hora do rodopio, encolhendo o corpo para girar rapidamente. No caso da nuvem, a rotação fez com que ela começasse a se condensar, e quanto mais ela se compactava, mais veloz ficava seu giro. Essa reação circular fez as partículas do centro da nuvem condensarem com tanta violência que a temperatura lá no meio chegou à casa dos milhões de graus Celsius. Foi o suficiente para disparar as reações nucleares que “acenderam” o Sol. Esse prato giratório, frenético, fez mais e mais partículas baterem umas nas outras.

Algumas juntaram tanta poeira e pedras que cresceram a ponto de virar planetas. “Como o antigo disco girava, os novos planetas conservaram essa característica e passaram a rodar também”, diz o astrônomo Roberto Dias da Costa, da Universidade de São Paulo (USP). Cada um deles, porém, faz seus giros em tempos e sentidos próprios, como você confere no infográfico que ilustra estas páginas.

Movimento de rotação e de translação

Movimentos estranhos
No sistema solar, Vênus e Urano rodopiam ao contrário dos outros astros

VÉNUS

Tempo de rotação: 243 dias

Tempo de translação: 224 dias

Quase todos os planetas giram no sentido anti-horário, seguindo o sentido do “disco” que lhes deu origem. Mas Vênus roda ao contrário. Provavelmente, isso aconteceu porque ele foi atingido por um objeto muito grande, do tamanho de um planeta, durante a infância do sistema solar. Além da rotação ímpar, a superpancada deixou Vênus com outro trauma: por lá, um dia dura mais que o próprio ano

URANO

Tempo de rotação: 17 horas

Tempo de translação: 84 anos

Como Vênus, Urano também gira no sentido contrário ao dos outros planetas —segundo os astrônomos, também por causa de algum impacto gigantesco. Mas sua marca registrada é outra: Urano é um planeta “deitado”. Visto da Terra, é como se ele girasse de lado. Isso faz com que as “noites” na metade que está escura durem 42 anos, ou o tempo em que o planeta dá meia-volta em torno do Sol

SOL

Tempo de rotação: 25 dias (no equador)

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Tempo de translação: 225 milhões de anos

Muita gente não sabe, mas o Sol também gira em torno de seu próprio eixo. Aliás, é um movimento bem estranho: como a superfície não é sólida, a rotação deixa de ser uniforme. Com isso, o equador completa uma volta três dias antes dos pólos. Para completar, o astro também gira ao redor do centro da Via Láctea, mas o fim do passeio demora nada menos que 225 milhões de anos

TERRA

Tempo de rotação: 23 horas e 56 minutos

Tempo de translação: um ano

Como todos os planetas, a Terra gira mais rápido onde a circunferência é maior — é só pensar no planeta como

Matéria escura

meteria escura surgiu antes mesmo da grande expansão (o Bigbang), mas antes os cientistas acreditavam que a matéria escura tivesse surgido depois do bigbang.A materia escura continua ainda um grande segredo para a humanidade alguns cientistas chegam até a desmentir a sua existência pelo facto de ainda não haver evidências completas da sua existência

Não se sabe ao certo o que é manteria escura mas nós cientísta continuam intrigados e curiosos pra saber realmente o que ela é.

Mas com os novos avanços na ciência talvez o Homem terá a chance de finalmente conseguir provar a sua existência

Matéria escura !!